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Se eu te perguntar qual é a mudança que queres na tua vida, consegues identificá-la detalhadamente?

A minha insatisfação no mundo corporativo já dura há muitos anos. Tantos quantos aqueles em que existe a ideia na minha cabeça de que seria feliz a trabalhar por conta própria, sem horários, sem prisão a um espaço de trabalho, com diversidade de tarefas.

Mas isto, por si só, não me diz aquilo que eu efetivamente quero e preciso para me sentir realizada.

Para saber aquilo que eu quero construir na minha vida, tenho de perceber o que tenho atualmente que já não me serve (e o motivo), assim como aquilo que pretendo manter.

Ou seja, para poder começar a traçar um plano, de como chego de A a B, primeiro tenho de investigar o meu A, o meu ponto de partida.

Tirar uma fotografia ao meu momento atual.

Vamos fazer um exercício. Pega no teu caderno favorito, ou abre o teu programa de notas e começa a refletir sobre estas questões:

Qual é a tua situação atual?

A tua situação profissional, pessoal, familiar.

Onde vives, como é o ambiente que te rodeia, como te moves, como são as comunidades em que te inseres?

Identifica o que mais gostas de fazer no teu dia-a-dia.

Quais são as tarefas que te dão mais prazer?

E porquê? Envolvem pessoas, ideias, objetos?

Reflete a nível profissional e a nível pessoal.

Identifica aquilo que menos gostas no teu dia-a-dia.

Tenta descobrir o motivo que está por detrás dessa insatisfação: rotina, pouca criatividade, muita pressão, mau ambiente, falta de companheirismo…

Após responderes a estas questões já deves ter um pouco mais de clareza quanto ao teu ponto de partida.

Ainda assim, no próximo artigo vou apresentar-te alguns exercícios de autoconhecimento que te podem ajudar a perceber ainda melhor as tuas necessidades, aquelas que tens de assegurar que são cumpridas ao definires os teus objetivos.

Seguimos juntos!

Créditos da imagem: Photo by James Wheeler from Pexels

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